Nesta quarta-feira (09/10), a Justiça dos EUA negou mais uma vez o pedido de liberdade condicional do rapper Sean ‘Diddy’ Combs. Este foi o terceiro pedido apresentado por seus advogados. A primeira negativa ocorreu em 17 de setembro, e o juiz responsável pelo caso solicitou que os pedidos repetidos fossem encerrados.
“Ele (Diddy) tomou medidas extraordinárias para demonstrar que pretendia enfrentar e contestar as acusações, não fugir. Ele apresentou um pacote de fiança que claramente o impediria de representar um perigo para qualquer pessoa ou contatar qualquer testemunha”, disse Alexander AE Shapiro, advogado do magnata.




Nesse sentido, o julgamento do rapper já tem data marcada para começar: dia 5 de maio de 2025. A decisão foi feita pelo juiz Arun Subramanian nesta quinta-feira (10/10).
Segundo o The Guardian, a promotoria revelou que foram apreendidos 96 dispositivos eletrônicos nas casas de Combs em Miami e Los Angeles, além de um aeroporto privado no sul da Flórida. Quatro dispositivos foram levados sob custódia quando Combs foi preso, no dia 16 de setembro.
Ele deve, ainda, enfrentar acusações adicionais. Diddy havia se declarado inocente das acusações de conspiração para extorsão e tráfico sexual.
Eventos sexuais
O rapper costumava fazer ‘eventos sexuais’ chamados de ‘Freak-offs’, onde contratava garotos de programa para fazer sexo com as vítimas. Por vezes ele participava dos atos ou ficava apenas assistindo. Os eventos duravam horas e até dias, com os integrantes passando grandes quantidades de óleo de bebê no corpo e fazendo uso de drogas como cetamina, ecstasy e GHB (Boa Noite Cinderela). Os crimes eram gravados e usados como chantagem.
