Kauê do Amaral Coelho, de 29 anos, foi identificado pela Polícia Civil de São Paulo como o suspeito de ser informante dos atiradores que mataram Antônio Vinicius Gritzbach, o delator do PCC, no Aeroporto Internacional de Guarulhos, no último dia 8. A força-tarefa que investiga o caso está oferecendo uma recompensa de R$ 50 mil por informações sobre o paradeiro de Kauê.
Na segunda-feira (18/11), a Justiça emitiu a ordem de prisão de Coelho, e na manhã de terça-feira (19), a Polícia Civil cumpriu dois mandados de busca. No entanto, o suspeito não foi localizado nos endereços relacionados a ele.




Segundo Guilherme Derrite, secretário de Segurança Pública de SP, o suspeito chegou uma hora antes do horário previsto para o pouso do voo de Antônio Vinicius Gritzbach. Em entrevista ao UOL, ele falou: “Um pouco antes dos disparos, ele (Kauê) aponta para o Vinícius, mostrando para os criminosos que estavam no Gol. […] Fica claro a participação dele, estratégica, inclusive, e por isso foi solicitada a prisão temporária como coautor do homicídio.”
Não tinha ficha limpa
Em 2022, Kauê Coelho foi preso por portar mais de mil pílulas de ecstasy e ficou encarcerado por dois meses. Além disso, conforme relatado pelo secretário Derrite, ele já foi detido por desacato e, durante essa ocorrência, ameaçou o policial, alegando ser membro do PCC. A ameaça foi devidamente registrada no Boletim de Ocorrência.
