Desde setembro, o rapper Sean Combs, conhecido como Diddy, está preso, enfrentando acusações graves de tráfico sexual, extorsão e transporte de pessoas para prostituição, conforme decisão de um tribunal federal.
Recentemente, mais uma denúncia foi adicionada a mais de cem já existentes contra ele. Um homem alega ter sido dopado e agredido sexualmente por Combs. Além disso, foi revelado que o rapper havia orientado seus advogados a “procurar sujeiras” no passado de suas alegadas vítimas.




O advogado de Diddy acusou os promotores do caso de cometerem uma “falha institucional completa” durante o andamento do processo e alegou, no mês passado, que os direitos constitucionais do rapper haviam sido violados. Durante a investigação, agentes federais apreenderam 19 páginas de anotações feitas pelo músico em sua cela. Esse material foi submetido a uma varredura e, posteriormente, compartilhado com os promotores.
A defesa do magnata da música solicitou o arquivamento do caso, mas o tribunal rejeitou o pedido e, além disso, revelou o conteúdo do material apreendido. Entre as anotações do rapper, estavam uma lista de tarefas, menções a membros de sua família e questões financeiras. Ele também escreveu “citações inspiradoras”, supostamente para ajudá-lo a enfrentar o momento difícil que estava vivendo.
Investigação sobre vida das vítimas
Uma das tarefas que Diddy incluiu em suas anotações era a de orientar seus advogados e investigadores a buscarem “sujeira” no passado de duas das alegadas vítimas. Em uma carta enviada a um membro de sua família, ele pediu que fosse encontrado “tudo” sobre uma vítima específica, com a intenção de prejudicar a credibilidade das pessoas que o acusaram no tribunal.
