Em Loganville, Geórgia (Estados Unidos), a enfermeira Lucrecia Kormassa Koiyan, de 19 anos, foi presa após a viralização de vídeos em que ela aparece dançando sobre pacientes com deficiência. As imagens, consideradas “bizarras” pelas autoridades, mostram a profissional da saúde dançando de forma sensual e colocando comprimidos na boca dos pacientes, que se encontravam sentados e vulneráveis.
“Fiquei chocado e enojado que alguém tenha criado um vídeo desses, usando pessoas com deficiência”, disse M. D. Lowry, chefe de polícia, ao USA Today. A enfermeira foi indiciada por exploração de pessoas com deficiência, mas foi liberada após o pagamento de fiança.


The 19-year-old healthcare worker who was dancing on multiple patient’s head has now been arrested and charged with exploiting a disabled person
— FearBuck (@FearedBuck) January 28, 2025
pic.twitter.com/Pi9WmxkAyu
Mãe e padastro são presos acusados de espancar bebê de 11 meses
Um bebê de 11 meses, identificado como Arthur Victor dos Santos, faleceu na última terça-feira (28) na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) da Maré, no Rio de Janeiro, com lesões pelo corpo. O caso está sendo tratado como homicídio qualificado e o padrasto da criança, Sidney da Silva Ferreira, de 20 anos, foi preso em flagrante. A mãe de Arthur, Rayane Rocha dos Santos, também é investigada por omissão de socorro.
A criança chegou à UPA em parada cardiorrespiratória, com trauma cranioencefálico, e não resistiu aos ferimentos, apesar dos esforços da equipe médica. Inicialmente, o padrasto alegou que o bebê havia caído da cama, mas a versão foi contestada pela polícia, que considerou as lesões incompatíveis com a queda.
