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Funcionário da CPTM é agredido em estação da Linha 7-Rubi; Veja VÍDEO

CPTM repudia agressão a funcionário e demite vigilantes envolvidos.
Cptm (foto Reprodução Redes Sociais)

Cptm (foto Reprodução Redes Sociais)

Um funcionário da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) foi agredido por dois vigilantes terceirizados na Estação Franco da Rocha, da Linha 7-Rubi, em São Paulo, na última quinta-feira, 13 de fevereiro.

Segundo a CPTM, a agressão aconteceu após os vigilantes tentarem acessar uma área restrita da estação, algo que não foi permitido pelo colaborador. A empresa informou que os dois vigilantes foram desligados imediatamente após o ocorrido, e a Polícia Civil foi acionada para investigar o caso.

Vídeos da agressão circulam nas redes sociais

O incidente foi registrado por passageiros presentes na estação e os vídeos das agressões rapidamente se espalharam nas redes sociais. Nas imagens, é possível ver os dois vigilantes, que estavam sem uniforme, desferindo socos e chutes no funcionário da CPTM, enquanto outras pessoas tentavam separar a briga. A violência gerou indignação entre os usuários do transporte público, que expressaram revolta nas redes sociais.

Após a agressão, o colaborador da CPTM foi encaminhado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade de Franco da Rocha, onde recebeu atendimento médico. A empresa afirmou que o trabalhador está sendo acompanhado durante sua recuperação. O caso foi registrado como lesão corporal e injúria pela Delegacia de Franco da Rocha, e a vítima foi orientada sobre os passos necessários para formalizar a representação criminal contra os vigilantes envolvidos.

A CPTM, em nota oficial, repudiou a violência e afirmou que não tolera qualquer tipo de agressão dentro de seu sistema, seja de colaboradores ou passageiros. A empresa destacou a medida tomada contra os vigilantes: “A CPTM não tolera qualquer tipo de violência em seus trens e estações, seja por parte de seus colaboradores ou dos passageiros que utilizam o sistema e informa que já acionou a empresa responsável e os terceirizados envolvidos foram desligados, não podendo mais atuar na companhia.”

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) também se pronunciou sobre o caso, esclarecendo que está acompanhando a investigação e orientando a CPTM quanto à formalização da representação criminal.

alfinetei

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