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Perícia da Polícia Civil descobre o que era a mancha escura na fralda de bebê

Análise técnica aponta que o item estranho identificado por mãe não era animal morto
Fralda (foto Reprodução Redes Sociais)

Fralda (foto Reprodução Redes Sociais)

Nesta sexta-feira (6), uma análise pericial feita pela Polícia Civil descartou a possibilidade de um rato ter sido encontrado dentro de uma fralda descartável. O exame, solicitado após o relato de uma mãe que acreditava ter visto um roedor morto no item, revelou que a substância escura presente na fralda era, na verdade, um fragmento plástico. As informações são do g1.

Segundo o laudo, o material identificado trata-se de um corpo estranho com composição polimérica, ou seja, um tipo de plástico, que “não representa risco à saúde”, mesmo estando escurecido. Apesar da descoberta, a Polícia Civil informou que as investigações ainda não foram concluídas e que os agentes continuam apurando todos os elementos envolvidos no caso.

A empresa Softys do Brasil, fabricante da fralda, afirmou que o item encontrado é, na verdade, “um adesivo”, e declarou que está em contato direto com a consumidora, além de colaborar com as autoridades durante a apuração. Em nota, a empresa reforçou seu posicionamento institucional: “reforça o compromisso com a segurança, a transparência e o respeito aos consumidores.”

Entenda o que aconteceu

O caso aconteceu na madrugada de 20 de maio, quando Mariana Sobral, mãe do bebê, acordou por volta das 3h30 para amamentar e trocar a fralda do filho. Por estar utilizando apenas uma luz fraca, ela não percebeu nada de anormal no item naquele momento.

Foi apenas na manhã seguinte, por volta das 7h30, que, ao trocar novamente o bebê, ela notou a presença de uma mancha escura no interior da fralda. Inicialmente, pensou que fosse “um algodão sujo”, mas, ao observar com mais atenção, teve a impressão de que se tratava de “um camundongo na fralda do bebê.”

O objeto estava localizado sob a primeira camada do tecido, o que levantou a suspeita de que a origem do problema fosse industrial, e não decorrente do uso. Então, Mariana limpou o filho com álcool 70 como medida preventiva contra infecções. Em seguida, a mulher entrou em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor da fabricante para relatar o ocorrido e também registrou o caso na delegacia.

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