O mistério em torno da morte do empresário Adalberto Junior, encontrado sem vida dentro de um buraco no Autódromo de Interlagos, zona sul de São Paulo, ganhou novas informações, após a divulgação do laudo necroscópico. Os resultados, entregues nesta terça-feira (17), apontam que a vítima morreu de forma violenta, com indícios claros de asfixia.
As informações, divulgadas pela TV Globo e pelo G1, foram confirmadas por fontes da Polícia Técnico-Científica. Os peritos informaram que Adalberto morreu por sufocamento, embora ainda não tenha sido definido se a causa foi esganadura ou compressão torácica. Segundo o relatório, a morte teria ocorrido entre 24 e 48 horas antes do corpo ser localizado.




Apesar dos sinais de asfixia, o exame do Instituto Médico Legal (IML) descarta o consumo de álcool ou drogas por parte da vítima no dia do evento automotivo. Esse dado contradiz o depoimento prestado à Polícia Civil por Rafael Aliste, amigo que acompanhava Adalberto durante o evento.
Depoimento do amigo
Em sua primeira versão, Aliste afirmou que o empresário apresentava um comportamento instável: “muito nervoso, ansioso, agitado e eufórico”, atribuindo isso à suposta ingestão de álcool e entorpecentes. O que foi desmentido, após exames toxicológicos.
