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Veja quantos e quais policiais morreram na operação de hoje no Rio de Janeiro

Os militares foram feridos durante a Megaoperação de Contenção, realizada nesta terça-feira
Veja quantos e quais policiais morreram na operação de hoje no Rio de Janeiro

Uma megaoperação da polícia carioca no Complexo do Alemão, realizada na terça-feira (28/10), resultou em 64 mortes. Entre as vítimas, há 60 criminosos, dois agentes da polícia civil e dois policiais militares do Bope. Até a data da última atualização, 81 indivíduos já haviam sido detidos.

A Secretaria de Estado de Polícia Militar informou que os policiais falecidos foram identificados como Cleiton Serafim Gonçalves e Heber Carvalho da Fonseca, ambos pertencentes ao Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE).

Os militares foram feridos durante a Megaoperação de Contenção, realizada nesta terça-feira (28/10) nos complexos do Alemão e da Penha. Os policiais chegaram a ser socorridos e encaminhados ao Hospital Getúlio Vargas, mas não resistiram aos ferimentos.

O sargento Serafim tinha 42 anos e ingressou na Corporação em 2008. Ele deixa esposa e uma filha. O sargento Heber tinha 39 anos e ingressou na Corporação em 2011. Ele deixa esposa, dois filhos e um enteado.

Até o momento, não há confirmação sobre o horário e o local do sepultamento dos militares.

Vítimas

Uma das vítimas é o policial civil Rodrigo Velloso Cabral, de 34 anos, da 39ª DP (Pavuna), que levou um tiro na nuca durante o confronto. Ele tomou posse há dois meses. Nas redes sociais, o policial compartilhava viagens com a esposa e a filha, brincadeiras em família e idas ao estádio Nilton Santos para acompanhar o Botafogo.

Marcus Vinícius Cardoso de Carvalho, de 51 anos, conhecido na corporação como “Máskara” também foi morto. Na Polícia Civil desde junho de 1999, ele havia sido recém-promovido a chefe de investigação da 53ª DP (Mesquita).

Cleiton Serafim Gonçalves e Heber Carvalho da Fonseca ambos do Batalhão de Operações Especiais (Bope) também morreram.

Operação mais letal da história

A megaoperação desta terça (28/10) é a mais letal da história da capital fluminense. O número de mortes é o dobro do registrado em uma operação na favela do Jacarezinho, em maio de 2021, quando 28 pessoas foram mortas em um intenso tiroteio. Os dados são do Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos da Universidade Federal Fluminense (Geni-UFF), que mapeia ações policiais desde 1989.

alfinetei

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