A comoção em torno do assassinato da corretora Daiane Alves de Souza, de 43 anos, ganhou um novo capítulo nesta quarta-feira (28). O apartamento de Cléber Rosa de Oliveira, síndico que confessou o crime, foi alvo de vandalismo em um condomínio de Caldas Novas, no sul de Goiás.
O local apresentava sinais claros de depredação. Objetos quebrados, móveis fora do lugar e pichações foram encontrados tanto dentro do imóvel quanto nas áreas compartilhadas do prédio. Em uma das paredes, a palavra “assassino” foi escrita com tinta vermelha, segundo registros feitos pela Polícia Militar.
Imagens divulgadas pelas autoridades mostram o quadro de energia danificado, além de uma televisão completamente destruída. A polícia esteve no local para registrar a ocorrência e avaliar os danos causados ao patrimônio.



Crime chocou moradores e teve histórico de conflitos
Daiane estava desaparecida desde 17 de dezembro de 2025, quando desceu até o subsolo do edifício para apurar uma queda de energia em seu apartamento. Conforme a Polícia Civil, a vítima já havia relatado desentendimentos frequentes com o síndico, incluindo acusações de perseguição, interrupções no fornecimento elétrico e episódios de agressão.
O corpo da corretora foi localizado na madrugada desta quarta-feira (28), às margens da GO-213, a aproximadamente 15 quilômetros de Caldas Novas. Após ser detido, Cléber confessou o assassinato e indicou à polícia o ponto onde havia escondido o cadáver.
Além dele, Maicon Douglas de Oliveira, filho do síndico, também foi preso. Ele é investigado por supostamente ajudar o pai a atrapalhar o andamento das apurações.
