Uma nova polêmica trouxe o nome de Michael Jackson de volta ao debate. Quase 20 anos depois de sua morte, o cantor começou a enfrentar novas alegações de abuso sexual, enquanto o mercado acompanhava o lançamento da cinebiografia “Michael”. A informação foi divulgada inicialmente pelo The New York Times e, posteriormente, ganhou destaque no Radar Online e em outros meios de comunicação internacionais.
Desta vez, os relatos partiram dos filhos de Dominic Cascio, amigo próximo do artista e considerado parte de seu círculo íntimo. Segundo o The New York Times, quatro dos cinco filhos decidiram levar o caso à Justiça. O advogado da família afirmou ao jornal que os jovens acusaram Michael de abuso sexual ao longo de anos.



Além disso, eles relataram que viveram sob influência direta do cantor e que receberam orientação para negar qualquer irregularidade durante décadas. Um dos irmãos não integrou o processo por questões judiciais, conforme informou a publicação. Edward, Dominic, Marie-Nicole e Aldo apresentaram acusações diretas.
No processo obtido pelo Radar Online, eles afirmaram que o artista os “aliciou, drogou, estuprou e agrediu sexualmente” por mais de dez anos. O documento trouxe um trecho central: “Depois de conquistar a confiança dos demandantes e de suas famílias, Jackson abusou sexualmente de cada um deles durante anos, começando quando alguns tinham apenas sete ou oito anos de idade e continuando até a adolescência”.
Processo
Outro ponto do processo citou episódios específicos: “Jackson estuprou e molestou Edward em viagens interestaduais e internacionais, incluindo, entre outras, durante paradas na Dangerous World Tour, na casa de Elizabeth Taylor na Suíça (e) na casa de Elton John no Reino Unido”.
Aldo Cascio também apresentou um relato próprio. Ele disse que, aos 7 anos, o cantor praticou sexo oral nele enquanto dividiam a mesma cama. Ainda segundo o depoimento, Michael utilizava um código ao falar com as crianças e dizia que queria ir à “Disneylândia”.
