Bruna Biancardi abriu o coração ao falar sobre os ataques racistas direcionados às filhas, Mavie, de 2 anos, e Mel, de 10 meses, frutos de seu relacionamento com o jogador Neymar Jr..
Em participação no videocast Quem É Você Nesse Rolê, apresentado por Thais Fersoza, a influenciadora classificou a situação como uma das experiências mais difíceis que enfrenta desde que passou a expor parte de sua vida ao público.




Mudança na forma de lidar com as críticas
Durante a conversa, Bruna relembrou o início de seu relacionamento com Neymar, em 2022, quando sentia necessidade de responder comentários negativos e esclarecer rumores envolvendo seu nome e sua família.
Segundo ela, havia uma preocupação constante em desmentir informações falsas e provar sua versão dos fatos. Com o passar do tempo, no entanto, decidiu mudar sua postura para preservar sua saúde emocional.
A influenciadora revelou que frequentemente se depara com mensagens ofensivas, montagens e comentários racistas direcionados às meninas. Apesar da gravidade das publicações, ela afirmou que prefere não alimentar esse tipo de conteúdo.
Bruna explicou que, ao longo dos anos, percebeu que responder ou entrar em discussões acaba gerando ainda mais desgaste emocional, especialmente quando os ataques partem de perfis falsos.
A empresária também comentou que já considerou tomar providências jurídicas contra os responsáveis pelas ofensas, mas encontrou dificuldades no processo.
De acordo com ela, muitas das contas envolvidas são anônimas, o que torna a identificação dos autores mais complicada. Por esse motivo, optou por priorizar seu bem-estar emocional e evitar se envolver constantemente em disputas virtuais.
Conselho de Neymar
Bruna contou ainda que aprendeu a lidar melhor com a exposição pública observando a postura de Neymar diante das polêmicas que frequentemente cercam sua carreira.
Segundo a influenciadora, o jogador costuma não responder provocações e prefere focar no que acontece fora das redes sociais. Ela afirmou que essa visão a ajudou a compreender que nem toda crítica merece uma resposta e que preservar a própria tranquilidade também é uma forma de proteção.
