Juliette Freire gerou repercussão nas redes sociais após uma declaração feita durante o programa Saia Justa, do GNT, nesta quarta-feira (17/6). A cantora e apresentadora afirmou que estabeleceu uma condição para algumas amigas que seriam madrinhas de seu casamento: a ausência dos respectivos maridos na celebração. Segundo a influenciadora, a decisão estaria relacionada ao fato de não concordar com determinados relacionamentos.
Durante a atração, a campeã do BBB21 explicou que não teria problema em enfrentar um possível afastamento de amigas por manter sua posição. “Tenho amigas cujos relacionamentos eu não aprovo, e os cônjuges não vão. Quer ser minha madrinha? Seu esposo não pode ir. Eu sou amiga que julga. Não tenho problema de perder amizade ou causar uma situação chata”, afirmou.




Artista esclarece declaração e revela motivo ligado a caso de violência
Após a repercussão da fala, Juliette voltou às redes sociais nesta quinta-feira (18/6) para explicar melhor o contexto do comentário. A artista disse que, por se tratar de uma conversa ao vivo, acabou não utilizando a palavra que considerava mais adequada ao relatar a situação envolvendo o marido de uma amiga.
“Como é ao vivo, às vezes você acaba falando por impulso (…) Lembrei que uma grande amiga minha provavelmente não será madrinha porque vou colocar a condição do cônjuge dela não ir. Usei as expressões ‘fez algo muito ruim’ e ‘não concordo com a relação’ (…) mas deveria ter falado a palavra correta: violência”, afirmou.
Na sequência, Juliette reforçou que pessoas acusadas de agressões não devem ser protegidas ou justificadas. A cantora comentou sobre as dificuldades enfrentadas por mulheres em relações abusivas e defendeu que responsáveis por atos violentos sejam responsabilizados.
“Nem sempre é fácil sair de uma relação abusiva, mulheres que passam, passaram ou conhecem alguém nessa situação sabem bem disso, mas é importante que esses agressores, essas pessoas violentas, sejam estigmatizadas”, declarou.
Ao finalizar o posicionamento, a artista reafirmou que sua decisão de não convidar o marido da amiga para o casamento não está relacionada apenas à discordância sobre o relacionamento, mas ao entendimento de que a situação envolveria uma questão mais grave. “Não chamaria porque não aprovo o relacionamento ou porque é muito ruim. Não chamaria porque ele deveria estar preso também, e não no casamento.”
