Uma lista publicada pela coluna Gente, da VEJA, chamou atenção ao reunir dez celebridades brasileiras apontadas como pessoas que sofreriam com uma suposta falta de carisma. A seleção gerou repercussão nas redes sociais e provocou respostas de alguns dos famosos citados, entre eles João Guilherme e Bianca Bin.
A publicação explica que carisma não está necessariamente relacionado à beleza ou ao talento. O conceito envolve a capacidade de despertar admiração e conquistar a atenção das pessoas pela presença, pelo comportamento ou pela maneira de se comunicar.




Quem está na lista?
Entre os nomes escolhidos pela publicação estão Duda Santos, Pedro Waddington, João Guilherme, Gui Ferraz, Bianca Bin, Fiuk, Yanna Lavigne, Rafa Kalimann e Jade Picon. João Lucas, marido de Sasha Meneghel e alvo inicial da discussão sobre o assunto, também aparece entre os nomes abordados pela coluna.
De acordo com a avaliação publicada, Duda Santos ainda não teria apresentado o magnetismo esperado desde que ganhou destaque na televisão. Já Pedro Waddington, que interpretou Tiago Roitman no remake de Vale Tudo, foi citado em razão da expectativa criada em torno de seu trabalho.
João Guilherme também entrou na seleção. Apesar de atuar desde criança e reunir milhões de seguidores, a publicação avaliou que o ator ainda não despertaria um entusiasmo que ultrapassasse sua base de fãs. Gui Ferraz, por sua vez, foi mencionado por ainda estar construindo uma identidade mais marcante diante das câmeras.
Bianca Bin e Fiuk também foram citados
A lista ainda inclui nomes conhecidos da televisão, como Bianca Bin e Fiuk. Segundo a coluna, a postura mais discreta de Bianca teria influenciado a percepção sobre sua presença pública.
Fiuk também apareceu entre os escolhidos. O ator e cantor possui uma carreira consolidada em diferentes áreas do entretenimento, mas a publicação avaliou que sua exposição não teria se transformado em um carisma considerado incontestável.
Yanna Lavigne, Rafa Kalimann e Jade Picon completam a relação. A coluna fez ressalvas de que a ausência de carisma, na avaliação apresentada, não significa necessariamente falta de talento ou sucesso profissional.
