Na terça-feira (18), no Jardim Cuiabá, em Campo Grande, uma mulher de 37 anos passou por momentos de medo ao sair de um consultório médico. Sozinha, ela notou que um homem a seguia no estacionamento do edifício que abriga diversos consultórios médicos. De acordo com o depoimento da vítima, o suspeito tentou arrombar a porta do carro enquanto dizia que ela era “a mulher dele”.
A vítima contou que havia ido ao local para uma consulta médica e percebeu a presença do homem quando se preparava para entrar no carro. Desconfiada do comportamento dele, decidiu não permanecer no estacionamento e voltou imediatamente para a recepção do prédio em busca de ajuda.




“Na saída do próprio estacionamento do prédio, vi o homem descalço e de bermuda, que seguiu até meu carro. Quando eu percebi, não entrei e retornei à recepção, pedindo ajuda aos seguranças do prédio”, relatou ao GD.
Diante da situação, seguranças foram com ela novamente até o veículo. A presença da equipe, entretanto, segundo a mulher, não fez com que o homem recuasse.
“Um deles me acompanhou até o carro, porém o suspeito não se amedrontou com os três seguranças do prédio e começou a forçar a porta do meu carro para entrar”, contou.
Suspeito dizia que vítima era “a mulher dele”
Ainda conforme o relato, o homem passou a insistir para que ela abrisse o automóvel e alegava que os dois teriam algum tipo de relação. A mulher, que afirma não conhecer o suspeito, permaneceu dentro do veículo enquanto ele continuava batendo no vidro.
“Dizia que eu era a mulher dele, que era para eu abrir a porta do meu carro. Momentos de terror, e ele continuou batendo na janela do meu carro”, relatou.
Apesar do susto, a mulher conseguiu deixar o local em segurança. Segundo ela, no entanto, a polícia não foi acionada pelo prédio comercial durante a ocorrência, mesmo diante da insistência do homem e da tentativa de forçar a entrada no veículo.
Mulher se sentiu negligenciada
Após o episódio, a vítima afirmou ter se sentido negligenciada pela empresa responsável pelo prédio comercial. Para ela, diante da gravidade da situação e do comportamento do suspeito, esperava-se uma atuação mais efetiva para garantir sua segurança, incluindo o acionamento das forças policiais.
