Na cidade de Manhattan, EUA, foram apresentadas na última segunda-feira (14/10) pelo menos seis novas acusações contra o rapper Sean “Diddy” Combs, conhecido como P. Diddy. Os processos alegam que o artista cometeu estupro contra mulheres, abuso sexual contra homens e molestou um garoto de 16 anos. As informações são do g1.
Desde 16 de setembro, Diddy está preso e enfrenta uma série de processos relacionados a crimes sexuais. Ele se declara inocente e aguarda o julgamento, marcado para 5 de maio de 2025. Nesse sentido, as declarações inusitadas não param de vir à tona.




A ‘cocaína rosa’, coquetel de drogas encontrado na autópsia de Liam Payne, 31, também é citada com destaque em um dos processo contra Sean ‘Diddy’ Combs, 54.
O ‘produto’ em questão nada mais é que uma mistura de cetamina, metanfetamina e ecstasy. Forte corante rosa e aromatizador de morango costumam ser incluídos na receita, feita para ser visualmente atrativa – e, curiosamente, sem incluir a cocaína real como um de seus ‘ingredientes’.
Um dos processos contra Diddy menciona a cocaína rosa como uma das drogas favoritas de Diddy. Segundo o portal TMZ, sua ex-namorada, Yung Miami, 30, teria se encarregado algumas vezes de buscar doses do coquetel em Miami e transportá-lo até o rapper, por meio de um jato particular.
Saiba como é a alimentação de Diddy na prisão
A Justiça dos EUA negou mais uma vez o pedido de liberdade condicional do rapper Sean ‘Diddy’ Combs. Este foi o terceiro pedido apresentado por seus advogados. A primeira negativa ocorreu em 17 de setembro, e o juiz responsável pelo caso solicitou que os pedidos repetidos fossem encerrados.
“Ele (Diddy) tomou medidas extraordinárias para demonstrar que pretendia enfrentar e contestar as acusações, não fugir. Ele apresentou um pacote de fiança que claramente o impediria de representar um perigo para qualquer pessoa ou contatar qualquer testemunha”, disse Alexander AE Shapiro, advogado do magnata.
