Raramente a decisão de terminar um relacionamento é tomada de um dia para o outro. Na Astrologia, há signos que tendem a prolongar esse processo mais do que outros: Touro, Câncer, Libra, Escorpião e Peixes.
E o momento ajuda a explicar por que esse assunto está em todo lugar: Vênus, o planeta que trata de vínculos, fica retrógrado entre 3 de outubro e 13 de novembro de 2026, período em que revisões amorosas tendem a ficar mais visíveis.




O signo solar, aquele que todo mundo conhece, mostra um traço central da personalidade, não o seu jeito de amar. A forma de se vincular e de se desligar aparece em outros pontos do Mapa Astral :
Vênus indica como você se liga a alguém
Lua mostra do que você precisa para se sentir em segurança
Ascendente revela como você entra nas relações
a Casa 7 mostra o que você espera de uma parceria
Touro: o apego à estabilidade
Para Touro, romper é bagunçar uma rotina inteira. É possível que a pessoa permaneça não por vontade, mas pelo desconforto de recomeçar: mudar de casa, refazer a lógica dos dias, abrir mão do previsível. A tendência é dar mais uma chance, e depois outra, enquanto a relação ainda entrega alguma sensação de segurança.
Câncer: a memória afetiva pesa mais que o presente
Câncer tende a se lembrar do melhor momento da relação com uma nitidez que atrapalha. Pode ser que a pessoa compare o agora com aquele início e conclua que vale esperar o retorno do que já foi bom. Como o vínculo com a família e com o que se construiu junto costuma ser central, sair parece abandonar, e essa palavra pesa.
Escorpião: intensidade não combina com meio-termo
Escorpião costuma se entregar de forma profunda, e o que é profundo não sai rápido. É possível que a pessoa termine, volte, termine de novo, porque o vínculo emocional continua ativo mesmo quando a convivência não funciona mais. O corte, quando vem, tende a ser definitivo. O problema é o tempo até chegar lá.
Peixes: a idealização segura a saída
Peixes tende a ver o potencial da pessoa, não só quem ela é hoje. Pode ser que isso gere uma espera longa pelo “quando ele mudar” ou “quando a fase passar”. A empatia, que é uma qualidade, aqui vira um freio: sair parece machucar o outro, e essa culpa costuma ser mais forte que o próprio cansaço.
