Antonya Cooper, 77, admitiu ter “discretamente” acabado com a vida de seu filho Hamish, que estava em estado terminal com neuroblastoma.
Cooper tem lutado pelo direito à morte medicamente assistida. Ela admitiu, recentemente, que administrou uma grande dose de morfina ao filho, com cancro terminal, para acabar com o seu sofrimento e “silenciosamente pôr fim à sua vida”.



O caso aconteceu em 1981, mas ganhou repercussão nesta semana após uma entrevista de Antonya a um programa de rádio da BBC, emissora pública do Reino Unido.
A criança tinha um neuroblastoma – tipo de câncer que afeta o sistema nervoso ou as glândulas adrenais
