De acordo com informações do TMZ, os advogados de Sean ‘Diddy’ Combs alegam que seus direitos constitucionais foram violados enquanto ele aguardava pelo julgamento. A defesa do rapper denunciou que o governo dos Estados Unidos o espionou injustamente, prejudicando sua preparação para o tribunal.
Desde sua prisão em 16 de setembro, o rapper enfrenta acusações de abuso sexual, extorsão, estupro, tráfico para prostituição e outras agressões. Em documentos encaminhados ao tribunal, ele alega que o governo tem monitorado suas conversas confidenciais com os advogados por meio de escuta telefônica, e afirma também que sua cela tem sido invadida.




A defesa de Diddy afirma que o governo tem trabalhado em colaboração com funcionários do Federal Bureau of Prisons (BOP), a agência responsável pela gestão de prisões federais nos Estados Unidos, para monitorar as comunicações do rapper. Isso incluiria a interceptação de anotações manuscritas entre Diddy e seu advogado. Com base nesses registros, os promotores conseguiram bloquear a concessão de fiança, que já foi oferecida em mais de US$ 50 milhões (aproximadamente R$ 300,5 milhões), mas negada três vezes pelo juiz, ainda segundo informações do site.
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Os defensores de Diddy afirmam que um agente teria registrado uma imagem das anotações do rapper e enviado aos promotores do processo. Eles também alegam que o governo executou uma inspeção na prisão, justificando-a com preocupações de segurança, mas com o real objetivo de monitorar Diddy.
