A história de Ayrton Senna ganhou um novo capítulo de reconhecimento oficial. O tricampeão mundial de Fórmula 1 passou a fazer parte do Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria, homenagem destinada a brasileiros que marcaram a história do país por suas contribuições e legado.
A inclusão do piloto foi oficializada após a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), publicada no início de julho. Com isso, o nome de Senna ficará registrado permanentemente no Panteão da Pátria, em Brasília, ao lado de outras personalidades consideradas fundamentais para a formação da identidade nacional.


Legado que atravessa gerações
Considerado um dos maiores pilotos da história da Fórmula 1, Ayrton Senna conquistou os títulos mundiais de 1988, 1990 e 1991, tornando-se um dos maiores ídolos do esporte brasileiro. Sua habilidade nas pistas, aliada ao espírito competitivo e ao carisma, fez dele uma referência para gerações de fãs do automobilismo.
A trajetória do piloto foi interrompida de forma trágica em 1º de maio de 1994, quando sofreu um acidente durante o Grande Prêmio de San Marino, na Itália. Senna tinha 34 anos e sua morte provocou comoção no Brasil e em diversos países.
A proposta para incluir o nome do piloto no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria foi apresentada pelo senador Marcos Pontes (PL-SP) e recebeu parecer favorável do senador Jorge Kajuru (PSB-GO), sendo aprovada no Congresso antes da sanção presidencial.
