A plataforma Fanatics Collect, especializada em cromos antigos de esportes, registrou um marco no mercado de colecionáveis. Um comprador anônimo pagou 1,5 milhão de dólares (cerca de 1,274 milhão de euros) por uma carta de Lionel Messi, tornando-se a transação mais cara da história do futebol em termos de cromos.
O cartão adquirido faz parte da coleção “Mega Cracks” da Panini e é considerado raro por ser da temporada 2004/2005, a primeira de Messi com a camisa do Barcelona. A Fanatics Collect informou que existem apenas 838 cópias dessa edição espalhadas pelo mundo, o que explica seu alto valor entre colecionadores.


Além do preço recorde, o cromo de Messi superou o antigo registro de Pelé, cujo cartão foi vendido por 1,3 milhão de dólares em 2022. Este feito reforça a tendência crescente de valorização de itens esportivos raros, principalmente ligados a jogadores icônicos da história do futebol.
Internautas reagem
A venda do cromo de Lionel Messi dividiu opiniões entre os internautas. Alguns criticaram o valor exorbitante, lembrando problemas sociais como fome e desigualdade: “Com um milhão de euros enchia a barriga a muitas crianças, simples!” e “Sociedade atual importa mais de ter do que ser”. Outros defenderam a compra como investimento ou paixão por colecionáveis, destacando o potencial de valorização do item: “É por estas e por outras que uma cura para a estupidez faz muita falta!” e “Em vez de criticarem o gajo, pensem: se ele conseguir que o Messi assine o cromo, depois poderia vendê-lo por mais. É um investimento”.
