A Seleção Brasileira foi ingênua ao acreditar que poderia se permitir desatenção contra a Noruega de Erling Haaland e não levar gols. O centroavante, com 1,95m de altura e 38 gols em 52 jogos pelo Manchester City, marcou metade dos gols dos nórdicos na Copa do Mundo. Ele teve a cabeça para aparecer no momento certo e, aos 34 minutos do segundo tempo, abriu o caminho para a vitória. Aos 44 minutos, o Viking teve a oportunidade de chutar na entrada da área e marcar dois gols contra a Seleção Brasileira. Neymar marcou um gol de pênalti, reduzindo a vantagem para o Brasil. O resultado da partida foi 2 a 1.




O Brasil amargará o pior jejum em Copas do Mundo. O tabu entre o tri em 1970 e o tetra em 1994 será superado e chegará a 28 anos, quando o projeto hexa será retomado em 2030.
O trauma contra europeus segue em partidas de mata-mata de Copas do Mundo. Nosso último triunfo em jogos decisivos foi justamente no penta, contra a Alemanha, no Japão. De lá para cá, sofreu nas mãos de França (2006), Holanda (2010), Alemanha (2014), Bélgica (2018) e Croácia (2022).
Seleção norueguesa
A seleção norueguesa não é brilhante, mas é letal. Desde 2023, apenas quatro partidas terminaram sem gols da equipe: duas contra a Espanha, uma diante da Suíça e outra contra o Cazaquistão. O restante foi uma sequência quase ininterrupta de ataques bem-sucedidos. Foram 22 gols em 2023, 21 em 2024, 39 em 2025 e mais 15 em 2026.
O Brasil segue sem jamais vencer a Noruega. São cinco partidas, três derrotas e dois empates. Os nórdicos avançam pela primeira vez às quartas de final. Portanto, é a melhor campanha dos europeus. Por outro lado, é a primeira vez que a Seleção Brasileira cai nas oitavas desde 1990. Naquele 24 de junho, perdeu por 1 x 0 para a rival Argentina e se despediu no round entre os 16 melhores.
