A mídia internacional noticiou que o rapper e empresário do hip-hop Sean Combs, também conhecido como Puff Daddy ou Diddy, de 54 anos, foi preso em Nova York, nos Estados Unidos, sob acusações de abuso sexual. Ele está detido em uma cela especial destinada a detentos com risco de suicídio.
Em entrevista ao site TMZ, o advogado de Diddy, Marc Agnifilo, afirmou que o rapper foi colocado na cela de risco de suicídio apenas por ser um procedimento padrão para detentos de grande notoriedade, e não porque ele representa qualquer risco a si mesmo.




O nome de Diddy Combs, também conhecido como P. Diddy, está dando o que falar na internet desde que ele foi preso no dia 16 de setembro. A família do rapper Tupac Shakur, assassinado em 1996, decidiu agir e contratou investigadores após novas alegações que ligam Diddy ao crime.
Shakur tinha 25 anos quando foi baleado e morto enquanto dirigia em Las Vegas. Os parentes do rapper agora estão preparados para tomar medidas legais se encontrarem evidências sólidas.
Ex-integrante de gangue afirmou que Sean Combs ofereceu US$ 1 milhão para ataque contra rapper em 1996
Keefe D diz que foi contratado para matar Tupac
Conforme a mídia americana, a conspiração foi supostamente uma retaliação por um ataque ao sobrinho de Davis, Orlando Anderson, em um conflito de gangues mais amplo. No entanto, Keefe D alegou que foi contratado para acabar com a vida de Shakur a mando de Sean Combs. Esta é a primeira vez em 27 anos que novas acusações surgiram no caso. Davis afirmou que se nunca tivesse conhecido Diddy, não teria se envolvido nessa situação.
Nos procedimentos legais, Keefe D menciona Diddy cerca de 77 vezes, usando vários apelidos como Puffy, Puff Daddy e Sean Combs. No entanto, essas alegações foram recebidas com ceticismo pelas autoridades, e Diddy ainda não enfrentou acusações formais relacionadas a este caso.
Diddy sempre negou qualquer ligação com o caso. Em 2008, ele respondeu a uma reportagem do “Los Angeles Times” que indicava que pessoas próximas a ele teria sido responsáveis pelo assassinato: “É mais do que ridículo e completamente falso. Nem (o falecido rapper Notorious B.I.G.) nem eu tínhamos conhecimento de qualquer ataque antes, durante ou depois que aconteceu. Estou chocado que o Los Angeles Times seja tão irresponsável a ponto de publicar uma história tão infundada e completamente falsa.”
