Ana Castela apresentou sua versão à Justiça em uma ação movida por Dalton de Oliveira Rodrigues, que a acusa de expor sua imagem nas redes sociais após um caso de supostos maus-tratos contra um cavalo ocorrido no interior de São Paulo. Segundo informações divulgadas pela coluna Fábia Oliveira, do portal Metrópoles, a defesa da artista foi protocolada nesta semana e rebate os principais pontos do processo.
De acordo com o documento, a sertaneja argumenta que o episódio ganhou grande repercussão nacional por meio de veículos de imprensa, autoridades e usuários das redes sociais, não podendo ser atribuída exclusivamente a ela a divulgação do caso.




Cantora afirma que exerceu direito à liberdade de expressão
Na defesa, Ana Castela sustenta que suas manifestações ocorreram por meio dos stories do Instagram, ferramenta cujas publicações desaparecem após 24 horas. A artista também afirma que não citou nominalmente o autor da ação e que comentou o assunto com base em informações que já estavam disponíveis publicamente.
Os advogados da cantora defendem ainda que a repercussão do episódio foi resultado da atuação de diversas pessoas e canais de comunicação, tornando inadequada a tentativa de responsabilizá-la isoladamente pelos supostos danos alegados.
Outro argumento apresentado é que o próprio autor teria contribuído para a exposição pública do caso ao participar da cavalgada, registrar imagens do ocorrido e estar presente durante os fatos que posteriormente passaram a circular na internet.
Defesa também questiona valor pedido na ação
Além de negar responsabilidade pelos danos apontados no processo, Ana Castela contestou o valor da indenização solicitada por Dalton. Segundo a defesa, a quantia seria excessiva e incompatível com os fatos narrados na ação.
A equipe jurídica da cantora pediu que, caso haja eventual condenação, o valor seja reduzido para atender aos critérios de proporcionalidade e razoabilidade. A artista também rejeitou os pedidos de indenização por danos materiais apresentados pelo autor.
O processo segue em tramitação e ainda aguarda análise da Justiça.
