Na noite desta segunda-feira (28), Carolina Dieckmann participou da missa de sétimo dia de Preta Gil, realizada na Paróquia Santa Mônica, no Leblon, zona sul do Rio de Janeiro. Carolina Dieckmann falou sobre a dor da perda e destacou a importância de ter estado com Preta Gil em seus últimos dias de vida. As informações são do Terra.
“Continuo tentando entender, tentando aceitar, mas o que tem me segurado muito é o fato de eu ter ido ficar com ela. Alguma coisa no meu coração me chamou. Ter tido a oportunidade de ficar com ela, de fazer carinho, de dizer o quanto eu amava. Isso tem, de certa forma, me dado muita força”, declarou Carolina Dieckmann em entrevista ao Terra.




Preta Gil morreu a caminho do aeroporto
Antes de morrer, Preta Gil estava em Nova York, nos Estados Unidos, onde fazia um tratamento experimental contra o câncer. Carolina Dieckmann viajou para os Estados Unidos para acompanhar a amiga durante o processo. A cantora, no entanto, passou mal a caminho do aeroporto e não resistiu.
Além da atriz, outros nomes como Ivete Sangalo, Gilberto Gil, Fernanda Montenegro, Cissa Guimarães, Francisco Gil e Malu Mader estiveram presentes na cerimônia. Durante o velório, realizado na última sexta-feira (25) no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, artistas como Caetano Veloso, Bruna Marquezine e Ludmilla também prestaram homenagens.
Carolina Dieckmann também comentou a onda de homenagens que vem sendo prestadas desde a morte de Preta Gil: “Tenho certeza que ela estaria gostando disso tudo. A Preta era das pessoas. Ela passou a vida vivendo intensamente essa relação com os fãs e com os amigos. Acho que todas essas demonstrações de amor, com certeza, fazem bem a ela. Ela estaria muito feliz de estar sendo tão homenageada, de ser uma referência de amor e amizade.”
“Ela conquistou isso com a maneira dela de viver a vida. É uma conquista dela mesmo, tanto amor, coisas que ela plantou”, concluiu Carolina Dieckmann.
Preta Gil, filha de Gilberto Gil e da empresária Sandra Gadelha, morreu aos 50 anos. Deixa o filho Francisco, de 30 anos, fruto da relação com Otávio Müller. Francisco integra o grupo musical Gilsons e segue o legado artístico da família.
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