A presença de Virgínia Fonseca como rainha de bateria da Acadêmicos do Grande Rio movimentou a Marquês de Sapucaí e também as redes sociais. A influenciadora ocupou o posto que durante cinco anos foi de Paolla Oliveira, atraindo ainda mais holofotes para o desfile da agremiação.
Além do figurino e da performance na avenida, um dos temas que mais chamou atenção foi o possível valor envolvido na função. O cargo de rainha de bateria costuma exigir investimentos altos e garante enorme visibilidade durante o Carnaval, o que naturalmente desperta curiosidade do público.




Parceria estratégica em vez de cachê direto
Segundo informações divulgadas pelo colunista Matheus Baldi, da revista IstoÉ, Virgínia não teria recebido pagamento direto para ocupar o posto. Em vez disso, a participação ocorreu por meio de uma parceria comercial entre a escola e a marca da influenciadora.
A empresa WePink lançou a linha de perfumaria VF em colaboração exclusiva com a Grande Rio. As estimativas apontavam vendas mensais entre 15 mil e 20 mil unidades do produto, com preço médio de R$ 125 e margem de lucro que poderia chegar a 40%.
Com esses números, a projeção de retorno anual ficaria entre R$ 9 milhões e R$ 12 milhões. A estratégia uniu Carnaval, marketing e empreendedorismo, transformando o tradicional posto de rainha de bateria em uma vitrine poderosa para negócios.
