Desde setembro, o rapper Sean Combs, conhecido como Diddy, está preso, enfrentando acusações graves de tráfico sexual, extorsão e transporte de pessoas para prostituição, conforme decisão de um tribunal federal.
Recentemente, mais uma denúncia foi adicionada a mais de cem já existentes contra ele. Um homem alega ter sido dopado e agredido sexualmente por Combs. Além disso, foi revelado que o rapper havia orientado seus advogados a “procurar sujeiras” no passado de suas alegadas vítimas.




Desta vez, foi acusado de pendurar uma mulher na sacada de um prédio de apartamentos, em um momento de raiva, há oito anos.
A estilista Bryana “Bana” Bongolan entrou com um processo contra Combs esta semana em Los Angeles, nos Estados Unidos, por agressão sexual, inflição de sofrimento emocional e cárcere privado, entre outras alegações.
Bryana pede US$ 10 milhões (equivalente a R$ 59,7 milhões) em danos pelo sofrimento emocional duradouro que ela alega ter sofrido.
“O único propósito de pendurar alguém em uma sacada é realmente matá-la ou intencionalmente aterroriza-lo e roubar-lhe qualquer conceito de domínio sobre sua própria autonomia e segurança corporal”, afirma o processo, divulgado pela Rolling Stones.
Fiança
Sean “Diddy” Combs permanecerá na prisão após ter um pedido de fiança pela terceira vez. O rapper e produtor musical aguarda julgamento sob acusação de tráfico sexual e conspiração de extorsão.
O juiz Arun Subramanian negou o pedido de libertação da equipe de Combs nesta quarta-feira (27/11). A decisão ocorreu após uma audiência de duas horas na sexta-feira (22/11), onde ele questionou a alegação dos promotores de que Combs continuava a obstruir a investigação em andamento.
“O Tribunal conclui que o governo demonstrou, através de provas claras e convincentes, que nenhuma condição ou combinação de condições garantirá razoavelmente a segurança da comunidade”, escreveu o juiz em um despacho de cinco páginas.
