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Felipe Prior, ex-BBB, vira réu em novo caso de estupro; Saiba mais!

Após ser condenado por um estupro cometido em 2014, o arquiteto e ex-BBB Felipe Prior virou réu em mais um processo
Felipe Prior (Foto Reprodução Redes Sociais)

Felipe Prior (Foto Reprodução Redes Sociais)

Felipe Prior foi condenado por estupro em segunda instância, com uma decisão unânime do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). A primeira instância, referente a um crime que, de acordo com a acusação, teria ocorrido em 2014, ocorreu em julho de 2023, quando o ex-BBB foi condenado a seis anos de prisão em regime inicialmente semiaberto.

Desta vez, o ex-“BBB20” se tornou réu em mais um processo pelo mesmo crime. A nova denúncia foi feita em maio de 2023 e aceita pela Justiça de São Paulo no mês seguinte. O Ministério Público (MP) apresentou, na última semana, suas alegações finais envolvendo o caso.

A nova acusação se agrega à condenação anterior de Prior, que já havia sido sentenciado por um caso de estupro ocorrido em 2014, além de outros que ele ainda está enfrentando na Justiça.

Defesa

Já Felipe Prior nega ter usado violência e sustenta que a relação foi consensual. A defesa ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso.

Justiça se manifesta

“O réu tenta fazer crer que a vítima teria inventado os fatos porque ficou enciumada por ele ter ficado [com outra mulher] no mesmo dia e até o final do evento carnavalesco. […] os fatos somente foram revelados pela ofendida anos após o ocorrido, depois que a vítima tomou consciência efetiva de que tinha sido vítima de estupro e que não teve qualquer culpa pelo ocorrido. Se ela quisesse inventar os atos para prejudicar o réu, por ter se sentido enciumada, ela teria feito isso naquela oportunidade. Inventar fatos tão graves, por razões tão banais, não parece condizer com a personalidade da vítima. […] Os fatos somente foram revelados pela vítima às autoridades após ela saber que o réu tinha praticado fatos semelhantes com outras mulheres, inclusive, valendo-se do mesmíssimo modus operandi”, afirmou o promotor.

AVISO DE CONTEÚDO SENSÍVEL: O trecho abaixo, extraído do relatório do MP, descreve atos de violência sexual.

“Na barraca onde a vítima dormia, sendo que a vítima estava de biquíni e o acusado de sunga, este foi rapidamente tirando sua roupa e forçou a cabeça da ofendida contra seu pênis para que ela fizesse sexo oral, sendo que o pênis do acusado chegou a tocar na boca da vítima. A vítima imediatamente falou que não queria e empurrou o acusado. Contudo, aproveitando-se de sua força física, de seu peso e de seu tamanho, o acusado deitou a vítima e deitou-se sobre ela, colocando apressadamente uma camisinha no seu pênis. A ofendida disse não, que não iria transar com o acusado, sendo que ele não a ouvia e usou a força do peso do corpo dele, a configurar a violência, mantendo a ofendida imobilizada, para penetrar seu pênis na vagina da vítima, que sentiu dor, diante da total ausência de lubrificação”, narrou o MP no documento.

De acordo com a vítima e testemunhas, Felipe Prior interrompeu o ato ao notar que uma amiga da denunciante se aproximava do local. Com isso, a jovem teria conseguido empurrar o acusado e assim se livrar da violência.

alfinetei

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