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Liam Payne: Polícia investiga paradeiro de Rolex desaparecido

Liam aparece usando o relógio na tarde do dia 16 de outubro, horas antes de sua morte
Liam Payne (foto Reprodução Redes Sociais)

Liam Payne (foto Reprodução Redes Sociais)

As autoridades jurídicas da Argentina informaram nesta quinta-feira (7/11), que os resultados dos exames toxicológicos acusaram que o músico Liam Payne consumiu cocaína, álcool e um antidepressivo, antes da queda que causou sua morte no mês de outubro.

Segundo a People, a Procuradoria Nacional Penal e Correcional divulgou os resultados toxicológicos e revelou que tinha vestígios de ‘álcool, cocaína e antidepressivos prescritos’ no corpo do cantor, que morreu.

Segundo exames post mortem, o cantor, de 31 anos, estava semi ou totalmente inconsciente no momento da queda, devido à quantidade excessiva de drogas que tinha no corpo.

Durante a queda, Payne não teve nenhum tipo de reflexo de proteção e, somada à quantidade de drogas presente no corpo dele, foi concluído que ele não morreu por um ato consciente ou voluntário, segundo a imprensa internacional. Liam ‘não sabia, nem conseguia entender o que fazia’.

Relógio

O relógio Rolex do músico, avaliado em mais de R$ 200 mil, ainda não foi encontrado pelas autoridades.

Foram realizadas buscas nas casas dos três suspeitos de envolvimento com a morte do artista, além de duas mulheres que teriam o acompanhado durante suas últimas horas de vida, que são consideradas testemunhas. Segundo o jornal La Nacion, uma nova busca será realizada no quarto de hotel CasaSur, em Palermo, onde o cantor passou suas últimas 72 horas.

Nas imagens de câmeras de segurança, Liam aparece usando o relógio na tarde do dia 16 de outubro, horas antes de sua morte. “Sabemos, por imagens analisadas, que Liam estava com o relógio no dia de sua morte. Ele o tinha em uma das mãos e estava com ele pelo menos duas a três horas antes da queda fatal no hotel. Procuramos o relógio no quarto de hotel dele e não conseguimos encontrá-lo”, disse uma fonte judicial ao jornal argentino.

“O quarto ainda está vedado por ordem judicial e ninguém pode entrar. A busca pelo relógio nas casas das pessoas com quem Liam teve contato antes de sua morte foi a prioridade inicial, mas agora será realizada uma nova inspeção para verificar se ele permanece em algum lugar em seu quarto”, acrescentou.

alfinetei

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