Luana Piovani reagiu nas redes sociais à repercussão da medida que proibiu as bets no Brasil e criticou pessoas que demonstraram insatisfação com a decisão. Na publicação, a atriz também fez referência ao influenciador Rico Melquiades, que anunciou que pretende deixar o país e morar em Portugal após a mudança.
Ao falar sobre o assunto, Luana mencionou ainda celebridades que já participaram de campanhas publicitárias de plataformas de apostas, entre elas Luciano Huck, Galvão Bueno e Vini Jr. A atriz questionou o apoio dado a personalidades que, segundo sua avaliação, estão associadas ao setor.
Atriz critica famosos ligados às casas de apostas
“Eu estou vendo toda essa repercussão, quase dá para chamar de hilária, dos limítrofes ignóbeis todos achando ruim a proibição das bets. Daí eu acabei de ver um vídeo falando que é isso mesmo, que agora Portugal vai pagar por tudo que fez pelo Brasil, porque aquele aborto da natureza está indo morar em Portugal, né?”, disparou a atriz, em referência ao influenciador Rico Melquiades.
Na sequência, Luana Piovani citou nomes que já apareceram em campanhas de empresas do segmento de apostas.
“Sei que vocês amam esse povo, mas está na hora de começar a usar a massinha cinzenta. Será que dá para amar uma pessoa que quer você se fodendo, ficando endividada, enquanto eles ficam cada vez mais ricos? Escolha de vocês”, completou.
A medida provisória que determina o fim da exploração, oferta, intermediação e publicidade das apostas de quota fixa foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 25 de setembro, durante uma cerimônia em São Paulo. O texto também alcança apostas esportivas e jogos on-line.
Os apostadores têm até as 23h59 de 5 de outubro para retirar os valores disponíveis nas plataformas. Depois disso, os sites e aplicativos de apostas serão bloqueados. As instituições financeiras deverão fazer a devolução dos saldos remanescentes entre 9 e 14 de outubro.
A nova regra também estabelece restrições para publicidade e patrocínios relacionados às bets. Materiais publicitários e sinais de patrocínio que já estavam em circulação têm prazo até 5 de outubro para serem retirados, enquanto novas ações de publicidade, marketing e patrocínio ficam proibidas.
