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Mãe suspeita de matar e degolar filho de 5 anos morre no hospital

A suspeita de matar e decapitar o filho, Maria Rosália, morreu no hospital após passar dias em coma. O crime chocou a Paraíba com seus detalhes.
Mãe Que Matou O Filho (foto Reprodução Redes Sociais) 5

Mãe Que Matou O Filho (foto Reprodução Redes Sociais) 5

Maria Rosália, de 26 anos, suspeita de assassinar e decapitar seu filho Miguel Ryan Mendes Alves, de 5 anos, faleceu na madrugada desta quinta-feira (17/10) no Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa, na Paraíba. Ela estava internada desde o dia 20 de setembro, quando foi encontrada com o corpo do menino no colo após o crime.

A jovem estava em coma na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) desde o ocorrido. Após ser encontrada com o filho morto, Maria Rosália tentou tirar a própria vida, mas foi baleada na perna após resistir à abordagem policial.

No local do crime, de acordo com a perícia, foram encontrados indícios de rituais, além de vídeos de decapitação. Um gato ferido também foi achado em outro cômodo da residência, indicando mais sinais de violência.

Polícia conclui inquérito, mas arquivamento é esperado

A Polícia Civil da Paraíba encerrou as investigações e indiciou Maria Rosália por homicídio triplamente qualificado e tentativa de homicídio contra os policiais que atenderam a ocorrência. No entanto, devido à sua morte, o inquérito deverá ser arquivado.

Menino pediu socorro e declarou amor à mãe antes de morrer

Segundo a Polícia Civil, os vizinhos ouviram os gritos de socorro de Miguel antes de sua morte. Relatos emocionantes indicam que a criança dizia que amava sua mãe enquanto clamava por ajuda.

“Quando foi por volta de três horas da manhã, o menino começou a gritar forte pedindo socorro. ‘Eu lhe amo mamãe, eu te amo, eu te amo. Eu vou morrer’”, afirmou um vizinho que preferiu não se identificar à TV Correio.

Miguel não morava com a mãe, passando a maior parte do tempo sob os cuidados dos avós. Maria Rosália tinha histórico de problemas mentais e já havia sido internada em hospital psiquiátrico.

O caso também ganhou repercussão após vídeos que mostravam o corpo do menino serem vazados por servidores do Instituto Médico Legal (IML) da Paraíba. Os envolvidos foram identificados, afastados e estão sendo processados administrativamente.

alfinetei

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