Lissa Martins, cantora e ex-integrante do grupo Rouge, recordou a noite em que seu marido, o modelo e apresentador JP Mantovani, faleceu. Ele tinha 46 anos e morreu em um acidente de moto em setembro de 2025. Em entrevista no podcast Vozes da Vida, a estrela relembrou um detalhe que poucos sabiam: JP estava na moto para ir buscar a filha na casa de uma amiga.
Em seu relato, ela contou sobre o sentimento de culpa que teve na época do falecimento por não ter sido ela a atender a ligação da filha. “Acabei pegando no sono. Meu celular fica no ‘não perturbe’ depois das 20h porque é o horário da Antonela dormir. Era sempre o momento do dia em que eu focava neles. O telefone não tocou. Ela estava na casa da amiguinha, eles me ligaram para falar que ela queria ir embora, que a gente fosse buscá-la, mas meu telefone não tocou. Então ela ligou para o pai e falou com ele para ir buscá-la“, disse ela.


E completou: “JP disse para os amigos que a filha não costumava fazer aquilo, que estava preocupado e que iria buscar Antonela na casa da amiga. No caminho, aconteceu o acidente. Isso foi muito difícil nos primeiros meses porque eu me culpava muito. Eu achava que se eu tivesse atendido o telefone, talvez ele não tivesse vindo. Não sei se estava com pressa. A gente se culpa muito, tenta encontrar um responsável. Mas o tempo vai trazendo também as respostas. A gente vai entendendo. Não cai uma folha se não for da vontade de Deus“.
Como ela recebeu a notícia da morte do marido?
Em entrevista no podcast PodDelas, Lissa Martins relembrou os detalhes de como recebeu a notícia da morte do marido, JP Mantovani. A estrela contou que soube da morte do marido assim que os policiais pediram os documentos dele e da moto na porta da casa dela. Li estava dormindo quando foi acordada por policiais na porta de sua casa. “Eu estava dormindo, na verdade, mas na hora que ele [policial] perguntou se ali era a casa dele e me pediu um documento da moto e um documento dele, eu já imaginei que… Estava eu e minha sogra. A gente estava esperando ele chegar, como de costume. A gente já tinha se programado para ir domingo neste evento, nesta feijoada juntos. Como a gente sempre fazia, ele ia de moto e eu ia de carro, e acabou acontecendo uma fatalidade”, disse ela.
