À medida que as investigações sobre o caso Diddy avançam, surgem novas revelações sobre suas festas privadas polêmicas. Conhecidos como white parties (“festas do branco”) ou freak-offs, esses eventos, de acordo com as autoridades, envolviam práticas como sexo coercitivo, uso de drogas, estupros e intimidação.
Descritas pelo governo dos Estados Unidos como “maratonas sexuais”, as festas de Diddy reuniam diversas celebridades da indústria do entretenimento. De acordo com uma reportagem do TMZ, publicada na última sexta-feira (1º), o empresário obrigava os convidados a assinarem um termo de confidencialidade, garantindo que nenhuma informação vazasse para o público.




As acusações também indicam que Diddy contava com uma equipe de facilitadores para organizar os eventos. Entre as funções dessa equipe estavam encontrar prostitutos e quartos de hotel, fornecer suprimentos e, após as sessões, reparar qualquer dano no local.
Exigências
Sob condição de anonimato, uma das organizadoras das festas de Diddy revelou as exigências do rapper para que as mulheres participassem dos eventos. Em entrevista ao The New York Post, no dia 29 de outubro, ela contou que o empresário colocava uma balança na porta de entrada de sua casa.
“A gente fazia uma pesagem, se necessário. As mulheres tinham que ser jovens e “gostosas”, então eu sempre tinha uma balança para ter certeza. O máximo eram 140 libras (cerca de 63 kg), mas se a mulher fosse muito alta, abríamos exceções”.
Em uma entrevista ao programa de Conan O’Brien, em 2002, Diddy revelou que, além de “homens e mulheres bonitas”, suas festas não poderiam faltar álcool, água e calor.
