Antes de se divorciar de Zé Felipe, Virginia Fonseca enfrentou diversos boatos na web, com internautas alegando que o músico não era pai de Maria Alice e Maria Flor. Além disso, chegaram a afirmar que o ex-namorado da influenciadora era o pai da primogênita do casal.
A loira, então, entrou na Justiça exigindo que o Facebook removesse publicações consideradas ofensivas e caluniosas. As informações são da colunista Fábia Oliveira, do portal Metrópoles.




Contudo, o juiz responsável pelo caso não acolheu o pedido da influenciadora para que a rede social apagasse automaticamente qualquer conteúdo que colocasse em dúvida a paternidade das meninas. Em sua decisão, o magistrado explicou que “as plataformas digitais como o Instagram e o Facebook não têm a obrigação de monitorar previamente as postagens realizadas”, destacando que um controle prévio desse tipo seria “impraticável”.
Além disso, o juiz afirmou, de forma categórica, que o Facebook “não é despachante da autora, seu preposto ou seu curador”, afastando qualquer possibilidade de que a empresa atue como uma extensão das vontades da usuária.
Vitória
Apesar da negativa quanto à remoção automática dos conteúdos, Virginia obteve uma conquista relevante no processo. A Justiça determinou que o Facebook deve fornecer todos os dados técnicos possíveis sobre os perfis apontados por ela como autores das mensagens ofensivas. Isso inclui endereços de IP, identificações de dispositivos e outras informações que possam ajudar a rastrear os responsáveis.
“Cumprida a determinação, é provável que a influenciadora e empresária decida mover ações individuais para o dono de cada perfil”, informou a coluna de Fábia Oliveira.
