Na manhã do dia 15 de junho, em Cheshire, Inglaterra, Natasha Robinson descobriu uma cobra de aproximadamente dois metros no quarto onde a filha de três anos brincava. A criança foi retirada rapidamente do cômodo para garantir a segurança. As informações são do Extra.
O noivo de Natasha Robinson, Gary Minshull, chamou a mulher ao perceber a presença do animal. Inicialmente, Natasha Robinson pensou que fosse um brinquedo, mas logo notou que a cobra estava viva e se movendo.

Cobra identificada como espécie constritora e não venenosa
Após fechar a porta do quarto, Natasha Robinson levou as crianças para o jardim e verificou se os gatos da família estavam seguros dentro da casa. A busca por informações sobre a espécie por meio da internet não trouxe resultados claros, pois a cobra não correspondia às imagens encontradas. O tamanho do animal também chamou a atenção, parecendo diferente das cobras comuns da região.
Com as lojas de animais fechadas por ser domingo, o casal recorreu às redes sociais em busca de ajuda. Algumas pessoas sugeriram capturar a cobra com uma fronha, mas Natasha Robinson rejeitou a ideia por considerá-la perigosa.
Um casal vizinho, que cria animais exóticos, se ofereceu para recolher o réptil. Durante cerca de duas horas, Natasha Robinson ficou de olho no animal até a chegada dos vizinhos. A cobra foi identificada como Taiwanese Beauty Rat Snake, espécie constritora não venenosa que pode atingir até três metros de comprimento. Embora dócil, a cobra pode atacar caso se sinta ameaçada.
Natasha Robinson revelou o choque ao perceber que a filha esteve tão próxima do animal. A preocupação também se estendeu ao filho autista da família, que poderia ter tentado interagir com a cobra. A moradora que capturou a cobra explicou que o animal estava estressado durante o transporte.
Acredita-se que a cobra tenha entrado pela janela do quarto, que estava aberta, mas essa hipótese não pode ser confirmada. Após o ocorrido, Natasha Robinson manteve atenção constante dentro da casa, verificando o quarto para se certificar de que não existiam outros répteis.
Natasha Robinson comentou: “Eu não sabia há quanto tempo ela estava na casa, ou se havia outras. Acho que não conseguiria dormir com ela dentro de casa, mesmo que trancada atrás de uma porta fechada.”
Apesar do susto, as crianças encararam a situação com diversão, e a família se tornou assunto na vizinhança, recebendo muitas perguntas sobre o caso.
