Marina Sena deu um passo importante em sua carreira, agora também como empresária. Ela se uniu à sua empresária Talita Morais para inaugurar A Casa da Música Brasileira, conhecida como Zuca, em São Paulo. O novo empreendimento busca promover encontros criativos e artísticos, conectando artistas, marcas e comunidades de maneira orgânica e inovadora.
O espaço, já em pleno funcionamento, oferece estúdios de música, dança e fotografia, atendendo a artistas de diferentes estilos e tamanhos. A programação também contará com shows e exposições, sendo curada pela própria Marina, destacando o compromisso com a valorização cultural.




“Sou uma grande entusiasta da música e da arte como um todo e esse empreendimento vem para reavivar e valorizar um dos bens mais preciosos que existem, a nossa cultura. A Zuca nasce com o objetivo de ser um facilitador para artistas de todos os tamanhos,” afirma Marina. Ela ainda ressalta que o espaço será um ponto de encontro e de criação, oferecendo suporte para uma ampla gama de projetos artísticos.
Patrimônio histórico e foco no futuro
Localizada em uma das primeiras casas modernistas do Brasil, projetada por Gregori Warchavchik no bairro da Consolação, a Zuca ocupa um espaço tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). O local também serve como estúdio para a produção do próximo álbum de Marina, unindo tradição e inovação.
Talita Morais explica que a Zuca surge com a necessidade de criar um ambiente de troca entre profissionais da música, arte e entretenimento. “Queremos proporcionar conexões mais próximas e intimistas, fortalecendo laços nesse novo mercado,” destaca ela.
A dupla de sócias ainda tem grandes ambições para o espaço, especialmente no que diz respeito ao apoio a novos talentos. “Nosso objetivo é oferecer infraestrutura para que artistas menores possam desenvolver e apresentar seu trabalho,” explica Talita, enfatizando a importância de democratizar o acesso a equipamentos e profissionais de alta qualidade.
A Zuca também busca promover uma conexão genuína entre artistas e marcas, “sem focar apenas em engajamento ou monetização, mas sim na verdadeira conexão através da arte,” finaliza Talita, reforçando o compromisso do espaço com a autenticidade e a criatividade.
