Na terça-feira (23/09), a cantora anglo-albanesa Dua Lipa negou os rumores de que teria terminado seu relacionamento profissional com seu agente, David Levy, devido a diferenças políticas. O tabloide Daily Mail havia divulgado a notícia, mas ela a classificou como “falsa e inflamatória”.
Dua desmentiu nas redes sociais que tenha rompido relações pessoais e enfatizou que a reportagem tinha como objetivo apenas atrair cliques e fomentar divisões. Simultaneamente, criticou a maneira como os executivos da indústria da música tentam silenciar artistas que expressam opiniões políticas.




Na mensagem, a cantora reafirmou seu apoio à causa palestina, concluindo com a frase: “Sempre será Palestina Livre”. Para ela, é “extremamente alarmante” que tragédias globais sejam exploradas como instrumento de sensacionalismo na mídia.
A polêmica começou após o vazamento de um e-mail em que Levy e outros profissionais da música pediam o cancelamento da participação do grupo irlandês Kneecap no festival de Glastonbury. O argumento era de que o trio, conhecido pelo engajamento pró-Palestina, supostamente estimularia o antissemitismo. A pressão não prosperou, e o Kneecap se apresentou normalmente no festival.
Filmes
No texto, os signatários afirmam que não exibirão filmes, não comparecerão a festivais e não trabalharão com estúdios ou produtoras israelenses “cúmplices do genocídio”. A ação reforça o movimento de boicote cultural contra o Estado de Israel, que vem crescendo no meio artístico internacional.
