A apresentação de Shakira na praia de Praia de Copacabana deve funcionar como um grande passeio por sua trajetória — e não apenas como um show baseado em uma turnê específica. A expectativa é que o repertório combine clássicos que marcaram gerações com faixas mais recentes que voltaram a colocá-la no centro do pop mundial.
Entre as músicas praticamente certas estão “Hips Don’t Lie”, “Whenever, Wherever”, “Estoy Aquí” e “Underneath Your Clothes”, que ajudaram a consolidar a cantora no Brasil ao longo dos anos. Esses hits tendem a formar a espinha dorsal da apresentação.
Ao mesmo tempo, a fase mais recente da artista também deve ganhar espaço. Parcerias como “TQG”, com Karol G, e faixas como “Monotonía” e “Te Felicito” aparecem como apostas fortes para atualizar o show e dialogar com o público mais jovem.
Outro momento aguardado envolve “BZRP Music Sessions #53”, colaboração com Bizarrap que viralizou globalmente. A música, marcada por referências ao fim do relacionamento com Gerard Piqué, virou um dos maiores fenômenos recentes da carreira da cantora.
Clássicos que tiveram forte presença nas rádios brasileiras, como “She Wolf” e “Rabiosa”, também devem aparecer, reforçando o vínculo da artista com o país.
Além disso, uma possível participação de Anitta é tratada como um dos momentos mais aguardados da noite. A parceria “Choka Choka”, lançada recentemente, pode ganhar uma performance ao vivo — especialmente após as duas artistas terem sido vistas ensaiando juntas no Copacabana Palace.




O que deve entrar no repertório
Embora o setlist oficial não tenha sido confirmado, a estrutura do show deve incluir:
- Hits globais: “Hips Don’t Lie”, “Whenever, Wherever”, “Waka Waka”
- Fase latina e clássica: “Estoy Aquí”, “Antología”, “Inevitable”
- Pop internacional: “She Wolf”, “Underneath Your Clothes”
- Parcerias: “La Tortura”, “Chantaje”, “TQG”
- Era recente: “Monotonía”, “Te Felicito”, “BZRP Music Sessions #53”
- Possível surpresa: “Choka Choka” com Anitta
A lógica do espetáculo aponta para um repertório pensado para grandes multidões: músicas reconhecíveis, refrões fortes e momentos de interação. Em um evento gratuito e de grande escala como o de Copacabana, a estratégia costuma priorizar impacto imediato e conexão coletiva.
Se seguir esse caminho, o show deve equilibrar nostalgia e atualidade — fórmula que ajudou Shakira a manter relevância global por décadas.
