Na terça-feira (10), promotores federais dos Estados Unidos divulgaram imagens de câmeras corporais relacionadas ao caso de uma professora de Chicago que sobreviveu após ser atingida por vários disparos de um agente da Patrulha de Fronteira durante uma operação de imigração em outubro de 2025.
O material divulgado faz parte do processo que investiga o caso e coloca em dúvida a versão apresentada pelo governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
- Logo após o tiroteio, o governo afirmou que Marimar Martinez, cidadã americana, havia avançado com o carro contra os agentes e realizado uma “emboscada”.
- Segundo o órgão, o disparo ocorreu em legítima defesa.
- As imagens, porém, sugerem que os próprios agentes podem ter atingido o veículo dela.
Gravação
Martinez, de 31 anos, seguia os agentes em 4 de outubro de 2025 para alertar moradores sobre a presença da imigração. Foi neste momento em que houve uma batida entre o carro dela e a viatura.
As gravações mostram agentes dentro de um veículo da Patrulha de Fronteira. Pouco antes da batida, um deles é ouvido dizendo: “fale alguma coisa, vadia”. Em seguida, outro afirma que eles estavam sendo cercados. “Está na hora de ficar agressivo”, diz.
Martinez, de 31 anos, seguia os agentes em 4 de outubro de 2025 para alertar moradores sobre a presença da imigração. Foi neste momento em que houve uma batida entre o carro dela e a viatura. As gravações mostram agentes dentro de um veículo da Patrulha de Fronteira. Pouco antes da batida, um deles é ouvido dizendo: “fale alguma coisa, vadia”. Em seguida, outro afirma que eles estavam sendo cercados. “Está na hora de ficar agressivo”, diz.