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Após ‘morrer por oito minutos’, mulher diz que a morte é uma ‘ilusão’

Brianna Lafferty teve parada cardíaca e relata experiência espiritual marcante: “Me senti mais viva do que nunca”
Brianna Lafferty (foto Reprodução Redes Sociais) 1

Brianna Lafferty (foto Reprodução Redes Sociais) 1

Aos 25 anos, Brianna Lafferty foi declarada clinicamente morta por oito minutos após uma parada provocada por distonia mioclônica, distúrbio neurológico que afeta os músculos. O caso aconteceu em um hospital no Texas, nos Estados Unidos, e exigiu a reanimação imediata da paciente pelos médicos.

Durante o tempo em que ficou inconsciente, Brianna relata ter se sentido separada do corpo físico e em total paz. Ela descreve uma sensação de consciência expandida, como se estivesse mais viva e lúcida do que nunca.

Mulher tem uma nova percepção da existência

“De repente, me separei do meu corpo físico. Não vi nem me lembrei do meu eu humano”, contou Brianna. Segundo ela, nesse estado não havia dor, apenas clareza, tranquilidade e uma percepção profunda de que a experiência humana é frágil e passageira. Para ela, existe uma presença superior que guia e protege todos com amor.

Nesse plano, o tempo parecia não existir. “Tudo acontecia ao mesmo tempo, mas com uma ordem perfeita”, relatou. Brianna diz ter encontrado seres que pareciam familiares, mas que não conseguia identificar como humanos.

Brianna realiza um novo propósito de vida

Após o retorno à vida, Brianna passou por um processo intenso de recuperação, tendo que reaprender a falar e a andar. Ela foi submetida a uma cirurgia experimental na glândula pituitária, que havia sido afetada, e os resultados foram positivos.

A vivência a levou a uma grande mudança pessoal. “Voltei com um senso de missão e profunda reverência tanto pela vida quanto pela morte”, afirmou. Hoje, Brianna acredita que “a consciência continua viva após a morte” e que a realidade do além é moldada pelos próprios pensamentos.

Com a transformação espiritual que viveu, Brianna se tornou guia de transição — ou doula espiritual de morte. Ela apoia pessoas em seus últimos dias de vida, oferecendo um acompanhamento compassivo e individualizado.

“Como guia de transição, ofereço apoio emocional, espiritual e prático para quem está em processo de morte ou enfrentando doenças graves”, explicou. Seu objetivo é tornar essa passagem mais humana e tranquila tanto para quem parte quanto para quem fica.

alfinetei

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