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Após ser atingida por carga de 1 tonelada de leite condensado, mulher se movimenta com andador; VEJA VÍDEO

Caso ocorreu em março de 2025 em supermercado de Canoas e vítima ainda realiza fisioterapia
Acidente (Foto Reprodução Redes Sociais)

Acidente (Foto Reprodução Redes Sociais)

Uma jovem de 20 anos segue em recuperação um ano após ter sido atingida por uma carga de aproximadamente uma tonelada de caixas de leite condensado dentro de um supermercado em Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre. O caso aconteceu em 9 de março de 2025 e atualmente a vítima realiza fisioterapia e utiliza um andador para se locomover. As informações são do g1 RS.

De acordo com a advogada da jovem, Michelle Martins, o tratamento continua após diversas cirurgias realizadas depois do acidente no estabelecimento comercial.

Vídeo mostrou momento em que estrutura tombou dentro do supermercado

Imagens gravadas por câmeras do local mostram o momento em que um funcionário do Via Atacadista operava um equipamento de movimentação de carga enquanto a cliente caminhava pelo corredor observando produtos. Em seguida, o maquinário perde estabilidade e a estrutura cai sobre a jovem.

Pessoas que estavam em corredores próximos retiraram caixas que ficaram sobre a vítima até a chegada de socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência.

A jovem recebeu atendimento inicial no Hospital de Pronto Socorro de Porto Alegre e depois seguiu para o Hospital São Lucas da PUCRS. O Via Atacadista arcou com as despesas médicas.

Durante procedimento cirúrgico, médicos colocaram 12 pinos na região do abdômen da vítima. A intervenção também incluiu operações em um dedo, nas costas e na clavícula.

Em entrevista concedida em maio do ano passado, a jovem contou que entrou no supermercado acompanhada do marido e do filho pequeno. O marido sofreu fratura em um braço. O bebê, com seis meses na época, não sofreu ferimentos.

“Minha primeira preocupação quando aconteceu foi ver se ele (bebê) estava bem, se tinha acontecido algo. Depois não lembro de mais nada, só de estar no hospital.”

Investigação terminou com arquivamento do processo

A Polícia Civil concluiu a investigação e enviou o inquérito à Justiça cerca de um mês depois do acidente. O funcionário que conduzia a empilhadeira assinou termo circunstanciado por lesão corporal culposa, situação caracterizada quando não existe intenção de provocar ferimento. O trabalhador perdeu o emprego em 20 de março de 2025.

Segundo o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, após manifestação do Ministério Público foi marcada audiência preliminar para 4 de novembro do ano passado. A vítima não compareceu porque oficiais de justiça não conseguiram localizá-la para intimação pessoal.

“Entretanto, apesar de diversas diligências realizadas por oficiais de justiça em diferentes endereços, não foi possível localizar a vítima para sua intimação pessoal, razão pela qual ela não compareceu ao ato.”

Durante a audiência, com presença do Ministério Público, do trabalhador e da defesa, a Justiça declarou extinta a punibilidade. “Os autos foram definitivamente arquivados, sem outras providências pendentes na esfera criminal.”

Veja o vídeo:

alfinetei

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