Na terça-feira (18/11), o Banco Central decidiu colocar o Banco Master sob administração especial temporária e decretou sua liquidação extrajudicial. Essa ação encerra imediatamente as operações do banco e transfere a responsabilidade pelos depósitos ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Com informações do portal g1.
A liquidação extrajudicial é um procedimento utilizado para finalizar as operações de uma instituição financeira e removê-la de maneira ordenada do Sistema Financeiro Nacional. O Banco Central toma essa medida em casos de insolvência sem chance de recuperação ou em situações de graves violações às normas do setor, entre outras circunstâncias estabelecidas em lei.




Após a liquidação, o processo passa a ser gerenciado por uma empresa designada pelo Banco Central. O liquidante realiza um inventário dos bens do banco e das dívidas pendentes para, posteriormente, organizar o pagamento aos credores conforme a ordem estabelecida por lei.
Com isso, o liquidante passa a identificar os ativos do Banco Master, como imóveis, recursos em caixa e carteiras de crédito.
Clientes em conta corrente e poupança
Quem mantém recursos em conta corrente, poupança ou possui pagamentos pendentes, os saldos são protegidos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por instituição.
No caso dos investidores, a cobertura depende do tipo de aplicação. Estão dentro das regras do FGC:
