O salário mínimo no Brasil foi reajustado para R$ 1.518 (US$ 244,70) em janeiro de 2025, um aumento de 7,5% em relação ao valor anterior de R$ 1.412 (US$ 227).
Apesar do reajuste, o Brasil segue com um dos menores salários mínimos da América Latina, ficando abaixo de países como Chile (US$ 504), Equador (US$ 470), México (US$ 416,60) e Colômbia (US$ 323,30).




O levantamento realizado pela Bloomberg Línea e baseado em dados da Cepal mostra que os salários mínimos na América Latina variam significativamente.
Enquanto o Equador e o Chile apresentam valores superiores a US$ 470, o Brasil está próximo de Argentina (US$ 238,95) e El Salvador (US$ 243,45).
O menor salário mínimo da região é da Venezuela, equivalente a apenas US$ 2,51.
Em 2024, a maioria dos países da região viu uma leve recuperação dos salários reais, impulsionada pela redução da inflação e reajustes econômicos.
Colômbia, México, Nicarágua e Trinidad e Tobago registraram crescimento acima de 3% nos salários reais, enquanto países como Argentina e Haiti sofreram quedas superiores a 10%.
O cenário evidencia as desigualdades salariais na América Latina, além da influência da política econômica de cada país na definição dos rendimentos mínimos.
Poder de compra
No caso do Brasil, apesar do aumento nominal, o poder de compra do salário mínimo ainda é um dos mais baixos da região.
