A Polícia Civil de Santa Catarina anunciou que um dos jovens cuja imagem foi divulgada como suspeito de envolvimento na agressão ao cachorro Orelha tornou-se testemunha do incidente.
Segundo as autoridades, o jovem não aparece nos conteúdos analisados pelas equipes de investigação e, paralelamente, a família dele apresentou provas de que ele não estava na Praia Brava, em Florianópolis, no período dos fatos em investigação.


Polícia Civil
A Polícia Civil também informou que já ouviu um dos adolescentes que faltava no âmbito do inquérito policial e que outro envolvido deve ser ouvido em breve. Data, horário e local do próximo depoimento não foram divulgados, para não atrapalhar o andamento das apurações do crime.
Os investigadores não encontraram, ao menos por enquanto, indícios no inquérito que confirmem que os maus-tratos contra o cão comunitário tenham sido praticados por grupos criminosos que usam da rede social para promover “desafios” para jovens.
Orelha foi agredido no dia 4 de janeiro. Ele ficou tão ferido que foi submetido à eutanásia. Quatro adolescentes eram, até então, suspeitos pela agressão.
A Polícia Civil indiciou três adultos suspeitos de coagir ao menos uma testemunha nas investigações.
