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Coreia do Sul legaliza tatuagem feita por não médicos após 33 anos

Nova legislação cria licença profissional, exige exames e regras de higiene, marcando mudança histórica na regulamentação do setor
Tatuagem (Reprodução)

Tatuagem (Reprodução)

Após 33 anos de proibição, a Coreia do Sul reconheceu oficialmente a tatuagem como uma profissão regulamentada, permitindo que não médicos realizem procedimentos desde que possuam licença profissional. A medida, aprovada pelo Parlamento, estabelece que apenas profissionais certificados por exame nacional podem fazer tatuagens e maquiagens semipermanentes, reforçando padrões de higiene e segurança no país.

A lei estabelece regras rígidas para proteger clientes e profissionais. Os tatuadores licenciados devem registrar detalhes de cada procedimento, como data, tipo e quantidade de tinta e área tatuada, garantindo rastreabilidade e responsabilidade em caso de complicações. A norma também mantém a proibição de remoção de tatuagens e restringe a aplicação em menores de idade sem consentimento formal dos responsáveis.

]Um período de transição de dois anos permitirá que tatuadores já atuantes se adequem às novas regras, com registros provisórios enquanto cumprem os critérios exigidos. Desde 1992, a prática havia sido considerada ilegal, classificada como procedimento médico pela Suprema Corte, e sua regulamentação representa uma mudança histórica para o setor, abrindo caminho para a profissionalização da atividade.

Importância da regulamentação

Especialistas destacam que a regulamentação formal cria segurança para clientes e profissionais, além de incentivar o crescimento de um mercado que agora é oficialmente reconhecido, combinando tradição artística e normas de saúde pública.

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