A morte da publicitária Juliana Marins ocorreu na noite de terça-feira (1/07), no Rio de Janeiro. O deslocamento do Aeroporto Internacional de Guarulhos (GRU), localizado em São Paulo, até a Base Aérea do Galeão foi realizado por meio de um avião da Força Aérea Brasileira (FAB). Um voo que partiu de Bali, na Indonésia, fez uma parada em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, e depois retornou ao Brasil.
A urna funerária com os restos mortais da jovem seguirá para o Instituto Médico Legal Afrânio Peixoto, na capital fluminense, onde ocorrerá nova autópsia na manhã desta quarta-feira (2/07). Um perito da Polícia Federal vai acompanhar o exame no IML e prestar apoio técnico durante o procedimento.




Juliana caiu enquanto fazia uma trilha na cratera do Monte Rinjani, um vulcão, na Indonésia, em 21 de junho. O corpo foi resgatado somente quatro dias depois, em uma área de difícil acesso.
A autópsia realizada na ilha de Bali, no dia 26, descreve que Juliana Marins morreu entre 12 e 24 horas antes de o corpo chegar ao serviço legista, vítima de hemorragia provocada por traumatismo. O pedido por um novo exame no Brasil foi feito pela família de Juliana, que questiona pontos do laudo indonésio.
Homenagem
Em homenagem à Juliana Marins, a prefeitura de Niterói, na região metropolitana do Rio, informou que vai rebatizar a trilha e o mirante da Praia do Sossego, em Camboinhas, com o nome da jovem, que era moradora da cidade.
