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Cunhada de Eloá faz revelações sobre Nayara, sequestrada com a jovem: “Será que eram tão amigas?”

Cintia fez comentários polêmicos sobre seu comportamento na época
Nayara e Eloá (Foto: Reprodução)

Nayara e Eloá (Foto: Reprodução)

Nesta quarta-feira (12/11), a Netflix lança o documentário Caso Eloá: Refém ao Vivo, que revisita um dos episódios mais trágicos e midiáticos da história recente do Brasil. O longa remonta o cárcere privado que terminou com a morte de Eloá Cristina Pimentel, de 15 anos, em 2008, após ser mantida refém por mais de 100 horas pelo ex-namorado, Lindemberg Alves.

Em meio à estreia da produção, novas declarações de Cintia Pimentel, cunhada de Eloá, têm gerado grande repercussão nas redes sociais. Ela respondeu a um comentário de uma internauta que questionava o paradeiro de Nayara, amiga de Eloá que também foi mantida em cativeiro durante o crime. “A questão é: será que eram tão amigas?”, escreveu Cintia, levantando dúvidas sobre a proximidade entre as duas adolescentes.

A cunhada da vítima também afirmou que Nayara nunca mais manteve contato com a família após o ocorrido.

Cintia afirma que Nayara se distanciou da família após o crime

Cintia relatou a decepção com a ausência de contato da jovem após o assassinato. “Sem dúvidas, não consigo imaginar o que passaram lá dentro e o trauma que isso pode ter causado na vida de alguém. Mas imagina você perder sua filha e a então amiga dela nunca te procurar, nunca te enviar uma mensagem… Claro que cada um tem sua forma de lidar com perdas e traumas, mas do lado de cá também existe uma família que nunca mais estará completa”, declarou.

Ela ainda afirmou que, pouco depois do crime, Nayara teria demonstrado interesse em conhecer celebridades. “Enquanto a família assimilava o ocorrido sem entender exatamente o que havia acontecido lá dentro do cativeiro, a então amiga estava pedindo para conhecer o jogador Pato, o Caio Castro e os bastidores de Malhação”, disse.

Cintia finalizou rebatendo críticas e reforçando que suas declarações não têm o objetivo de desmerecer o sofrimento de Nayara. “Ninguém está desmerecendo ou minimizando o trauma de uma adolescente, mas não é justo com os próprios amigos que alguém carregue um título, se ela, a família e todos os amigos próximos sabem que não condiz.”

O crime, ocorrido em 13 de outubro de 2008, terminou com Eloá morta e Nayara ferida no rosto após a invasão do apartamento pela polícia. Lindemberg Alves foi condenado a 98 anos e 10 meses de prisão, pena que depois foi reduzida para 39 anos e três meses. Ele cumpre sentença em Tremembé, no interior de São Paulo.

alfinetei

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