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Descubra os critérios para aprovação na prova objetiva do Concurso Nacional Unificado

Candidatos precisam atingir acertos mínimos para não serem eliminados
Descubra os critérios para aprovação na prova objetiva do Concurso Nacional Unificado

Na manhã desta terça-feira (30), foram detalhados os critérios de aprovação para a prova objetiva do Concurso Nacional Unificado (CNU), marcada para o próximo domingo (5). Para avançar à segunda etapa, que será realizada em 7 de dezembro, é necessário atingir um percentual mínimo de acertos. O edital estabelece que o candidato que não alcançar a pontuação mínima será eliminado. As informações são do O Globo.

Diferente do modelo utilizado no ano passado, quando as provas objetiva e discursiva ocorreram no mesmo dia, em 2025 os candidatos precisarão, além de alcançar o desempenho mínimo, estar entre os mais bem classificados em cada bloco. O número de aprovados pode chegar a até nove vezes o total de vagas oferecidas, o que torna impossível antecipar a nota de corte.

Regras para os blocos de nível intermediário

Nos blocos 8 (Saúde) e 9 (Regulação), que juntos oferecem 508 vagas, os participantes precisam acertar no mínimo 28 das 68 questões, o equivalente a 41,2% da prova. Os candidatos do Bloco 8 responderão 20 questões de Português e Realidade Brasileira, 24 de Saúde, 13 de Matemática e 11 de Direito. No Bloco 9, as questões de Saúde são substituídas por 24 de Regulação, mantendo a mesma estrutura das demais disciplinas.

Após a aprovação na prova objetiva, os participantes desses blocos deverão produzir uma redação dissertativa-argumentativa de até 30 linhas, com valor máximo de 30 pontos.

Exigências para os blocos de nível superior

Nos blocos de 1 a 7, que concentram 3.144 vagas, o candidato deve acertar pelo menos 36 questões das 90 disponíveis, somando conhecimentos gerais e específicos. Apesar do número mínimo, cada questão possui peso distinto, variando conforme o cargo pretendido e o eixo temático definido no edital.

A prova discursiva para esses blocos será composta por duas questões, cada uma valendo até 22,5 pontos, com limite de 30 linhas por resposta. Além disso, alguns cargos incluem pontuação adicional por títulos, que pode chegar a 5 pontos.

O CNU 2026 introduziu a regra de paridade de gênero. Caso o número de mulheres classificadas na primeira fase seja inferior a 50%, candidatas mais bem colocadas serão convocadas até que esse percentual seja alcançado, mesmo que ultrapasse o limite de nove vezes as vagas ofertadas.

Outro ponto destacado é que zerar uma disciplina não implica eliminação automática, mas pode reduzir significativamente a pontuação final, especialmente em blocos nos quais os pesos variam.

Nota final ponderada

A classificação será definida pela nota final ponderada (NFP), composta pela soma da nota da prova objetiva, da prova discursiva e, quando aplicável, da avaliação de títulos. Para o nível superior, a pontuação total pode alcançar 200 pontos, enquanto no nível intermediário o máximo é de 100 pontos.

Segundo o especialista Eduardo Cambuy, não há como prever a nota de corte: “Há muitas variáveis que impedem de saber a nota de corte com antecedência. O que sabemos é que ela será definida pelo ranking da nota geral, que resulta da soma de conhecimentos gerais e específicos.”

alfinetei

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