O dólar comercial terminou esta sexta-feira (23/10) em queda de 0,90%, negociado a R$ 4,99 às 17h. Na sessão anterior, realizada na quinta-feira (22/10), a moeda havia encerrado o pregão em R$ 5,04, depois de avançar 0,22%. O movimento de baixa já era observado durante a manhã, quando, às 11h02, o dólar era cotado a R$ 5,03, com recuo de 0,12%. Às 15h28, a queda havia se ampliado para 0,75%, levando a cotação para R$ 5,00.
O comportamento do câmbio ocorre em uma semana marcada pelas expectativas em torno da eleição presidencial. Os brasileiros vão às urnas no próximo domingo (25/10) para escolher o presidente que assumirá o cargo a partir de 2027. Uma pesquisa Datafolha divulgada na quinta-feira apontou Flávio Bolsonaro (PL) com 47% das intenções de voto no segundo turno, enquanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apareceu com 46%. O cenário eleitoral pode continuar influenciando os ativos brasileiros, especialmente diante da realização do último debate entre os candidatos, previsto para esta sexta-feira, às 21h30, no horário de Brasília, com transmissão pela TV Globo. Fonte: informações de mercado e pesquisa Datafolha mencionadas no texto original.
Cenário externo também influencia os mercados
No exterior, os investidores acompanham o desempenho das bolsas internacionais. Os mercados asiáticos encerraram a semana sem uma direção única, com algumas praças registrando ganhos enquanto outras terminaram o pregão em território negativo. Na Europa, os principais índices operam em baixa.
Nos Estados Unidos, o setor de tecnologia chama a atenção devido à venda de ações de empresas ligadas ao desenvolvimento de inteligência artificial. O movimento reflete a preocupação dos investidores com uma possível perda de ritmo dessas companhias, o que aumenta a cautela nos mercados.
O petróleo também permanece no radar. O barril do tipo Brent, usado como referência internacional, era negociado acima de US$ 116 às 17h10, mantendo a commodity em patamar elevado e adicionando outro elemento de atenção para os investidores.
