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EUA fazem nova apreensão de petroleiro da Venezuela no Caribe; veja VÍDEO

EUA fazem nova apreensão de petroleiro da Venezuela no Caribe; veja VÍDEO

As autoridades dos Estados Unidos tomaram posse de um petroleiro ligado à Venezuela no Mar do Caribe, próximo a Trinidad e Tobago, nesta sexta-feira (09/01), durante uma ação conduzida por forças de segurança marítima na região. A embarcação, identificada como Olina, foi interceptada enquanto navegava com uso irregular de bandeira estrangeira. As informações são do g1.

A confirmação oficial ocorreu por meio das redes sociais do governo americano, pouco depois da divulgação inicial feita por agências internacionais. Trata-se da quinta ação semelhante em um intervalo de poucas semanas, segundo autoridades dos Estados Unidos.

EUA reforçam ofensiva contra frota ligada ao petróleo venezuelano

“Mais uma vez, nossas forças conjuntas interagências enviaram uma mensagem clara esta manhã: ‘não há refúgio seguro para criminosos’. A Operação Southern Spear do Departamento de Guerra mantém-se firme em sua missão de defender nossa pátria, pondo fim às atividades ilícitas e restaurando a segurança no Hemisfério Ocidental”, afirmou o governo americano em publicação que também apresenta um vídeo da operação.

De acordo com dados públicos da base Equasis, o Olina utilizava de forma irregular a bandeira de Timor-Leste e constava em lista de sanções dos Estados Unidos desde janeiro do ano anterior, período em que ainda operava com o nome Minerva M.

A secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, compartilhou as imagens da abordagem e declarou que a embarcação integra a frota conhecida como “navios fantasma”, utilizada para contornar restrições internacionais. “Garantimos uma abordagem segura e eficaz, em conformidade com a lei. As frotas fantasmas não escaparão da justiça. Elas não se esconderão sob falsas alegações de nacionalidade. A Guarda Costeira apreenderá petroleiros sancionados, fará cumprir as leis americanas e internacionais e eliminará essas fontes de financiamento para atividades ilícitas, incluindo o narcoterrorismo”.

Segundo uma fonte do setor marítimo ouvida pela agência Reuters, o navio havia deixado a Venezuela na semana anterior transportando petróleo e seguia viagem após eventos políticos recentes no país. A empresa britânica Vanguard informou que o sistema de rastreamento AIS da embarcação estava desligado há 52 dias e que a interceptação ocorreu após um acompanhamento prolongado de navios-tanque associados ao petróleo venezuelano sob sanções.

Na quarta-feira (07/01/2026), outras duas ações semelhantes foram executadas no mesmo dia contra os petroleiros Marinera, antigo Bella 1, e M/T Sophia, ambos ligados à Venezuela e com bandeiras estrangeiras. Após essas operações, o secretário de Guerra dos Estados Unidos, Pete Hegseth, declarou que o bloqueio marítimo permanece ativo em escala global.

O bloqueio total às embarcações vinculadas ao petróleo venezuelano foi anunciado pelo presidente Donald Trump em dezembro, com registros de interceptações anteriores ao longo de 2025.

Veja o vídeo:

alfinetei

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