Governo anuncia liberação de R$ 7 bilhões do FGTS para trabalhadores do saque-aniversário demitidos entre 2020 e 2025, com foco em reduzir o endividamento. Pagamentos serão automáticos, seguindo calendário ainda a ser divulgado.
A nova liberação do FGTS anunciada pelo governo federal reacendeu o interesse de milhões de trabalhadores que aguardavam acesso a valores bloqueados.




A medida, que envolve a liberação de R$ 7 bilhões faz parte de um conjunto de ações para reduzir o endividamento e ampliar o uso do saldo do FGTS como alternativa financeira.
A seguir, entenda quem tem direito ao saque, como funciona o pagamento e o que muda na prática com essa nova iniciativa.
Quem?
A liberação é direcionada a cerca de 10 milhões de trabalhadores que aderiram ao modelo de saque-aniversário e foram demitidos entre janeiro de 2020 e dezembro de 2025.
Nesse grupo, muitos tiveram parte do saldo do FGTS bloqueada após a demissão. Agora, o governo pretende liberar esses valores que ficaram retidos, considerados um “resíduo” de liberações anteriores.
Qual é o objetivo da medida
A iniciativa faz parte de um pacote para aliviar o endividamento das famílias brasileiras, que atingiu níveis recordes. Dados recentes da CNC apontam que mais de 80% das famílias têm dívidas a vencer.
A ideia é que o dinheiro do FGTS ajude principalmente na quitação ou renegociação de débitos, como cartão de crédito.
Como será feito o pagamento
Os valores devem ser depositados pela Caixa Econômica Federal, seguindo um calendário baseado no mês de nascimento do trabalhador, ainda a ser divulgado.
Quem já tiver conta cadastrada no aplicativo do FGTS deve receber o crédito automaticamente. Caso contrário, será possível sacar o dinheiro
